Projetos de extensão

LINHA 1

Meio ambiente, risco e catástrofe – discursos na mídia

Responsável – MARTA DE ARAUJO PINHEIRO

O objetivo geral é fomentar uma discussão sobre os discursos das catástrofes e riscos problematizando a passagem do predomínio do parâmetro da ?vulnerabilidade? para o da “resiliência”. Objetivos específicos: 1. Realizar uma acurada pesquisa sobre o papel dos meios de comunicação em relação à problematização dos desastres ou catástrofes ambientais, privilegiando a apropriação do conceito de resiliência na mídia impressa brasileira; 2. Realizar entrevistas locais com os moradores diretamente afetados pelo acontecimento; 3. Buscar a comparação entre os discursos da mídia e os discursos dos diretamente afetados, apreendendo suas convergências, divergências, incoerências, complementaridades e motivações.

Observatório de Governança, Biodiversidade, Áreas Protegidas e Inclusão Social (PROGRAMA OBSAPIS)

Responsável – MARTA DE AZEVEDO IRVING

Consolidar um processo de reflexão, construção coletiva de conhecimento e sensibilização da sociedade para o tema da relação sociedade e natureza, com foco em conservação da biodiversidade e governança democrática na gestão da biodiversidade, em vinculação com diferentes políticas públicas e em parceria com diferentes segmentos da sociedade, em ações continuadas e qualificadas de extensão universitária. Desse modo, o Projeto busca consolidar um processo de reflexão, construção coletiva de conhecimento e sensibilização da sociedade para o tema da relação sociedade e natureza, com foco em conservação da biodiversidade e governança democrática na gestão da biodiversidade, em vinculação com diferentes políticas públicas e em parceria com diferentes segmentos da sociedade, em ações continuadas e qualificadas de extensão universitária. Edital FAPERJ E 16/2014 – Apoio a Projetos de Extensão e Pesquisa – EXTPESQ – 2014 Pedido/Processo: 201348

Processos Participativos para a Inclusão Social no Parque Nacional da Tijuca II Favela-Parque

Responsável – MARTA DE AZEVEDO IRVING

O presente projeto busca desenvolver um Diagnóstico Socioambiental Participativo nas favelas do Guararapes, Cerro-Corá, Vila Cândido e Prazeres e um Programa de Educação Socioambiental do Parque Nacional da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). As atividades são orientadas por um processo participativo de mobilização, formação e de interação dialógica. As etapas metodológicas pretendem, assim, produzir o Diagnóstico Socioambiental Participativo e, ao mesmo tempo, promover a mobilização das comunidades, de acordo com as suas próprias demandas locais, para a sua adesão futura aos projetos e programas a serem desenvolvidos em parceria com o Parque Nacional da Tijuca. Dessa forma, este projeto é uma possibilidade de se ampliar as oportunidades de ações de extensão, por meio do Programa OBSAPIS, no Parque Nacional da Tijuca, envolvendo o saber local de moradores do seu entorno em articulação com a UFRJ. Assim, espera-se promover o diálogo entre a academia, o movimento social e a gestão pública, e uma oportunidade para a integralização da extensão nos cursos de Psicologia e de Economia em uma das questões mais estratégicas da gestão ambiental na atualidade: a construção de estratégias de conservação da biodiversidade vinculadas ao compromisso da inclusão social e econômica de populações vulneráveis. Assim, o projeto busca resgatar o papel social da universidade e contribuir para uma postura ética e cidadã da população da cidade do Rio de Janeiro, oferecendo oportunidades de aprendizado conjunto dos alunos de graduação e pós-graduação da UFRJ e das lideranças comunitárias do entorno do PNT, sendo essa uma área protegida ícone para a conservação da biodiversidade e para o turismo no Rio de Janeiro. Apoio: ICMBio/Trem do Corcovado Edital: RUA 2018-1 Protocolo nº: 284250.1554.161902.22112017

LINHA 2

A cultura de direitos sem fronteiras: O fortalecimento das práticas culturais de latino-americanos no Rio de Janeiro

Responsável – MOHAMMED ELHAJJI

O fortalecimento das práticas culturais de latino-americanos no Rio de Janeiro tem como objetivo ampliar e fortalecer o exercício da cidadania dos imigrantes no Brasil, dentro do marco do Programa Nacional de Direitos Humanos- 3 e da Nova Lei de Migração (Lei 13.445) tendo como foco os imigrantes latino-americanos e suas práticas culturais coletivas no Rio de Janeiro. Entendendo a cultura como central na inserção dos latino-americanos na sociedade brasileira e no seu reconhecimento como sujeitos de direitos, desenvolveremos uma combinação de pesquisa e extensão para mapear as atividades culturais coletivas protagonizadas por latino-americanos Rio de Janeiro e, em seguida, estimular a circulação de saberes, com base em princípios participativos e solidários, entre as comunidades imigrantes, a universidade e a sociedade brasileira. Para alcançar tais objetivos, este projeto empregará metodologias participativas articulando pesquisa e extensão, incluindo uma pesquisa-ação com grupos e coletivos migrantes que organizam práticas culturais, observação participante em eventos e atividades culturais, oficina de gestão de negócios para produtores culturais migrantes e um curso de extensão de música e danças afrolatinas para o público brasileiro. Assim, o projeto visa contribuir para desconstruir estereótipos sobre a América Latina, diminuir a distância cultural do Brasil em relação aos países vizinhos, chamando a atenção para sua diversidade cultural e, assim, explorar o potencial democrático das culturas latino-americanas e o efetivo exercício dos direitos humanos.

Comunidade do Horto Florestal: Ação e transformação

Responsável – MILTON NUNES CAMPOS

A proposta do projeto de extensão “Horto Florestal em Ação” é a de colocar a universidade a serviço da defesa da memória cultural de uma comunidade ameaçada na defesa de seus direitos humanos, em busca de justiça. Nesse sentido, contribuiremos com que vêm sendo levadas há décadas pela populacão, em duas frentes: Ações de Cidadania e Ações de Educação. 1- Ações de Cidadania: Tem como objetivo contribuir para o ressgate da memória cultural através de discussões e ações em defesa dos direitos de moradia e permanência da população no território (principal problema da comunidade), e de construção de cidadania libertadora através desse processo. Tem o objetivo de contribuir para o empoderamento dos moradores através das ações que serão propostas pela própria comunidade, permitindo problematizar a emergência de lideranças comunitárias. 2- Ações de Educação: Tem como objetivo engajar jovens interessados em processos de mobilização educativa com vistas a sua capacitação. Partindo das discussões dos jovens, e inspirada nos princípios pedagógicos do ‘Gaia Education’ que desenvolveu metodologia de ação multidisciplinar baseada na sustentabilidade (social, econômica, ecológica e correspondente à visão de mundo), a equipe -que conta com o apoio do Movimento Social Gaia Jovem Brasil- discutirá a possibilidade de transição para uma cultura sustentável integral e empoderadora. Ao colocar a UFRJ a serviço da comunidade, espera-se poder contribuir para que a comunidade tenha a seu dispor recursos humanos que a auxilie na tomada de decisões, na busca de novas lideranças e na redefinição de sua trajetória em termos sustentáveis. O projeto está registrado sob o número SIGPROJ 312108.1722.235798.03112018.

LUPA

Responsável – MONICA MACHADO CARDOSO

Projeto PIBEX-UFRJ que visa formar capacitar jovens estudantes para leitura crítica do seu campo de trabalho publicitário e com sensibilização para causas sociais. O projeto atende ONGs, cooperativas populares, instituições sociais com o objetivo de produzir e transferir conhecimentos publicitários que possam contribuir no fortalecimento da imagem institucional dos parceiros. Registro RUA-UFRJ 2016 227331.1188.117981.03032016.

LINHA 3

Juventude(s): intervenções urbanas de arte-cultura na escola

Responsável – BEATRIZ AKEMI TAKEITI

O projeto de extensão faz parte das ações desenvolvidas pelo Laboratório de Ensino, Estudos e Práticas em Políticas Públicas, Território e Sociedade e do Núcleo de Terapia Ocupacional Social do Departamento de Terapia Ocupacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, e com a Secretaria Estadual de Educação Rio de Janeiro (SEEDUC). Tem como objetivo intervir com jovens em situação de vulnerabilidade social no contexto da escola pública a partir de oficinas de arte-cultura na perspectiva de refletir cidadania e direitos humanos. Participam deste projeto dois docentes do Departamento de Terapia Ocupacional, um professor do Colégio Estadual e três alunos da graduação em Terapia Ocupacional da UFRJ que coordenam as oficinas realizadas no colégio. Essas oficinas envolvem vinte estudantes, de ambos os sexos, faixa etária de 15 a 18 anos, regularmente matriculados no Ensino Médio. As ações pautam-se nos seguintes eixos: (1) Juventude, Escola e Violência e (2) Juventude e Direitos Humanos. Pretende-se ampliar tais ações para o território no qual o colégio está inserido.

Laboratório de Sensibilidades e Devires – LSD

Responsável – MARIA PAULA CERQUEIRA GOMES

Programa de extensão composto por 5 projetos em torno do objetivo de produzir experimentações artísticas como via para provocar e construir brechas para o sensível. Aberto a estudantes, docentes, técnicos e profissionais do cuidado, intergrantes das redes públicas do estado do Rio de Janeiro.

Redução de Danos, Rede e Território: Conexões do Centro de Convivência PROJAD na interface arte/saúde/cultura

Responsáveis – MARCELO SANTOS CRUZ

O projeto de extensão compõe as ações desenvolvidas pelo Departamento de Terapia Ocupacional/UFRJ em parceria com o Programa de Estudos e Assistência ao Uso Indevido de Drogas (PROJAD/IPUB/UFRJ) e com a Superintendência de Saúde Mental da Secretaria Municipal de Saúde (SSM/SMS/RJ), com apoio do PPG em Psicossociologia de Comunidades. Tem como objetivo intervir com jovens e adultos, de ambos os sexos, que apresentam problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, que utilizam os equipamentos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Área Programática (A.P.) 2.1. Apresenta quatro dispositivos de ação: Oficinas itinerantes de Redução de Danos mediadas por recursos artísticos/culturais – prevenção e a promoção em saúde, realizadas nas Unidades de Atenção Básica da AP 2.1; Núcleo de Atividades Culturais (NAC) – promove passeios coletivos a espaços/equipamentos culturais da cidade; Oficina de Fotografia – recebe usuários/convidados da RAPS para experimentação da técnica Pinhole; Oficina de Mosaico – promove a participação em iniciativa de geração de trabalho e renda. As ações, sempre orientadas pela ética da Redução de Danos, visam à ampliação da participação social e da autonomia dos sujeitos, contribuindo para ampliação dos repertórios de vida e dos laços sociais. Serão desenvolvidas no Centro de Convivência do PROJAD e em equipamentos/dispositivos de saúde e cultura do território, ampliando assim as intervenções e favorecendo o acesso, a participação e a diversidade.