Projetos de inovação

LINHA 2

Minha vida dá um livro

Responsáveis – SAMIRA LIMA DA COSTA, BEATRIZ AKEMI TAKEITI

O projeto ‘Minha Vida dá Um Livro – narrativas e escuta sensível? é realizado por uma equipe composta por professores, técnicos e estudantes do Departamento de Terapia Ocupacional, do Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidade e Ecologia Social e da Coordenação de Políticas de Saúde do Trabalhador (CPST/SEPS) da UFRJ. Se insere no Laboratório de ensino, estudos e práticas sobre políticas públicas, território e sociedade da UFRJ, que desenvolve projetos de ensino, pesquisa e extensão interdisciplinares e ações interinstitucionais a partir das concepções de território usado, memória coletiva e políticas públicas. O projeto “Minha vida dá um livro” tem por finalidade produzir e valorizar as narrativas de histórias de vida apresentadas pelos diferentes atores sociais ao mesmo tempo em que estreita e qualifica a relação entre os projetos e qualifica a escuta atenta dos estudantes e técnicos que exercitam a disponibilidade e a sensibilidade enquanto elementos centrais para a produção de bons encontros. Neste projeto, que promove NOVAS TECNOLOGIAS, espera-se dar continuidade ao grupo de estudos que, há um ano, vem se debruçando sobre os principais referenciais teóricos (Benjamin, 1994; Benjamin, 2015; Sarlo, 2013) sobre narrativas e memórias, realizar narrativas de vida com os diversos atores sociais e potencializar os espaços de troca e produção de memória através de oficinas de narrativas e escuta sensível, buscando oferecer um espaço de troca e de construção de saberes.

LINHA 3

LETRAS – Laboratório de Educação, Trabalho e Assistência em Saúde

Responsável – MARIA PAULA CERQUEIRA GOMES

O LETRAS é um grupo que articula um conjunto de ações que integram atividades de ensino, pesquisa e extensão preocupado com a formação de profissionais de saúde e suas práticas. Buscam-se maneiras de compreender melhor a natureza dos processos de ensino-aprendizagem considerando a articulação entre as investigações da micropolítica do trabalho vivo na produção do cuidado e o campo da educação. Parte de suas ações sustentam-se nas ferramentas teórico e conceituais da educação permanente em saúde e no reconhecimento do mundo do trabalho como uma escola. Isto porque a compreensão sobre a natureza do trabalho psicossocial em saúde e as tecnologias envolvidas em sua produção desafia a maneira de pensar a aprendizagem e a produção de conhecimento nesta área. O estudo da micropolítica oferece novas possibilidades de compreensão sobre a complexa dinâmica existente no interior das instituições de ensino e dos serviços de saúde, na conformação dos modos de educar/formar e trabalhar/cuidar em saúde. Diante dos inúmeros desafios atuais que este complexo universo da micropolitica e da produção do cuidado em saúde nos impõe torna-se necessário explorar a produção de NOVAS TECNOLOGIAS no campo da formação e produção do cuidado em saúde capazes de produzir conhecimento e ações estratégicas que qualifiquem os processos formativos e de cuidado nesse campo. Espera-se que os resultados dessas ações introduzam novos dispositivos educacionais e assistenciais que impactem positivamente nos percursos formativos, nos processos de atendimento, na criação de novas rotinas de cuidado e nos processos de trabalho dos profissionais de saúde.